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COMO ANDA A SUA AUTOESTIMA?

junho 12, 2019 - Uncategorized

Apesar de sempre ouvirmos esta palavra, raramente paramos para pensar no quanto ela é importante em diversos aspectos da vida humana. Autoestima nada mais é do que a forma como nos auto avaliamos, ou seja, trata-se da visão que possuímos sobre nós mesmos. Gostar de si, se cuidar, se respeitar, confiar no próprio potencial, são critérios básicos que definem uma autoestima elevada.

Acontece que, em meio a correria do dia a dia, nem sempre sobra tempo para prestar atenção nas próprias qualidades, e, convenhamos, não há ego que sobreviva desse jeito. A consequência é uma autoestima baixa, que, segundo os psicólogos, gera uma série de consequências negativas, já que ela tem papel fundamental na construção de relações familiares, amorosas e até de trabalho saudáveis.

Pessoas com déficit de autoestima podem enfrentar uma série de outros problemas. Imagine um profissional super qualificado, com currículo invejável e expertise na sua área de atuação, mas, que tem complexos com sua aparência desde a juventude, tornando-o extremamente tímido. Essa característica se acentua quando ele precisa falar em púbico, já que, em seus pensamentos, todos ali estão o julgando ou ridicularizando sua aparência. Imagine, então, que este profissional precisa apresentar um projeto para os diretores da empresa e que sua promoção depende disso. Quais as chances que isso dê certo? Situação complicada, não é mesmo?!

No entanto, este é um caso comum e que acontece diariamente com pessoas em todo o mundo. Mudar esta situação, segundo os psicólogos, não é tarefa fácil, mas pode dar certo com um trabalho contínuo de alteração de padrões comportamentais que, às vezes, foram seguidos por uma vida inteira.

A forma como nos sentimos acerca de nós mesmos é algo que afeta todos os aspectos da vida, desde a maneira como agimos no trabalho, no amor e no sexo, no modo somos como pais, e até aonde provavelmente subiremos na vida. A forma como reagimos aos acontecimentos do dia a dia são determinadas por quem e como pensamos que somos. Trata-se de um reflexo da visão íntima que temos de nós.

Se pararmos para pensar, a maioria dos problemas graves como depressão, consumo de drogas, relacionamentos abusivos (como abusado ou abusador), crimes violentes ou suicídio, estão ligados a uma autoestima extremamente baixa, o que reforça a importância de se abordar o assunto.

Nenhum julgamento é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos. Uma autoestima elevada é requisito mínimo para uma vida plena. Segundo especialistas, a construção da mesma é pautada em dois componentes: o sentimento de competência e o de valor pessoal.

Resumidamente, trata-se da soma de autoconfiança com auto respeito. Isso implica diretamente na capacidade de enfrentar desafios e dominar os problemas, respeitando seus limites e sua possibilidade de errar e acertar.

Infelizmente, muitas pessoas não se sentem assim. Ao invés disso, sentem-se inadequadas, inseguras, culpadas ou com medo de se impor frente aos obstáculos. Muitas vezes ela nem sequer tem consciência destes sentimentos, mas, no fundo, sentem que algo as impede se serem elas mesmas.

Uma pessoa pode ser amada por todos ao redor e não amar a si mesmo. Pode ser admirado no trabalho, e, ainda assim, não reconhecer suas próprias competências. Pode manter uma postura altiva e segura por fora, enquanto por dentro o corpo treme ao se sentir inadequado.

Erroneamente, muitos procuram autoestima em qualquer lugar, inclusive nos outros, sempre esperando por um elogio, quando, na verdade, deveriam procurar dentro delas mesmas. A partir desta compreensão, a busca se torna mais simples e leve, afinal, todas as expectativas deixam de ser direcionadas aos lugares errados e passam a ser dirigidas a quem realmente importa: você.

OS SINAIS DE UMA AUTOESTIMA BAIXA

Pessoas com autoestima baixa tem em comum a incapacidade de se aceitar e aceitar seus erros, bem como uma enorme dificuldade de reconhecer suas qualidades. O medo das críticas e da rejeição é frequente, tornando-se um grande obstáculo. A pior parte é que, com isso, o indivíduo acaba perdendo diversas oportunidades e prejudica o seu próprio desenvolvimento.

Apesar disso, a baixa autoestima dá sinais claros e é possível identifica-los com um pouco de auto-observação. Confira os principais deles:

1 – Hábito de encontrar culpados para os seus erros

Pessoas nesta situação costumam não enxergar seus erros ou falhas de forma natural, logo, frequentemente tentam encontrar outros culpados, livrando a si mesmos da sua parcela de culpa. Errar é humano e aceitar isso é fundamental para a construção de um caráter e autoestima fortalecidos.

2 – Dificuldade em aceitar os próprios limites

Super-heróis existem apenas na ficção. Na vida real as pessoas sentem dor, medo, raiva, e isso é perfeitamente normal. Não tente abraçar o mundo, nem traçar objetivos muito maiores do que as pernas podem alcançar, já que isso certamente trará frustrações futuras. Dê um passo de cada vez. Se mesmo assim a tarefa estiver difícil, divida-a em objetivos menores e persista.

3 – Timidez excessiva

Em 90% dos casos, pessoas extremamente tímidas tem a autoestima baixa. Isso pode ter origem na infância, na adolescência ou até mesmo na vida adulta. A verdade é que, independentemente de quando o problema surge, ele é doloroso quando não tratado.

Se você notar que a sua timidez é um empecilho em sua vida, atrapalhando nas entrevistas de emprego, na paquera ou até nas conversas entre amigos, procure um especialista. Ninguém é obrigado a ser super extrovertido, mas, sentir medo de interagir com as pessoas é sim um problema e merece tratamento adequado.

4 – Medo da rejeição

O medo da rejeição é a causa e também a consequência de diversos problemas citados nesta lista. O indivíduo que busca aceitação externa a todo o tempo tem medo de expressar suas opiniões e, principalmente, de dizer não. Neste caso, é fundamental que a primeira pessoa a te aceitar seja você mesmo. Acatar algo que te fere apenas para ser aceito é um erro que jamais deve ser cometido, seja no trabalho ou até num relacionamento amoroso. Saiba dizer não e faça valer a sua opinião, pois, ela é tão importante quanto as outras.

5 – Busca constante por elogios e reconhecimento externo

A pessoa que não enxerga suas próprias qualidades busca a todo tempo ouvir isso das pessoas ao redor.  Se você é uma dessas, pare já! Cultive o amor próprio, o autocuidado, de forma que ninguém precise te dizer o quando você é bonito (a), legal, inteligente ou atraente para que você saiba disso. Seja você o seu maior admirador.

6 – Hábito de se comparar com os outros

Se comparar é um dos piores hábitos que podemos ter. Isso porque, nesta situação, quase sempre a pessoa se coloca na posição inferior e isso fere o ego e a autoestima já fragilizada. A melhor dica é se comparar apenas consigo mesmo. Seja a cada dia a melhor versão de si.

7 – Não aceitar críticas

É comum que pessoas com autoestima baixa não aceitem críticas, levando-as para o lado pessoal. Por vezes, a crítica é internalizada de tal forma que se torna uma mágoa, e nem precisamos dizer o quanto isso é nocivo para a saúde tanto física quanto mental. Aceite as críticas como algo construtivo, utilizando-as como uma oportunidade de aprimoramento, aprendizado e crescimento.

8 – Dificuldade em reconhecer as próprias conquistas

Um sinal claro de baixa autoestima é não reconhecer as próprias conquistas. Conseguir o emprego dos sonhos e dizer que foi sorte. Ser super bem colocado em uma prova e minimizar os resultados. Isso não é normal, nem saudável. Sempre que conquistar algo, relembre o quanto você batalhou para chegar até ali e o quando é merecedor desta vitória. Comemore, afinal, seu progresso é fruto unicamente do seu esforço, e ninguém pode lhe tirar isso.

A FAVOR DA AUTOESTIMA

Nem sempre a terapia é suficiente para reverter um quadro de autoestima baixa. Dependendo da causa, esforços adicionais são recomendados, resolvendo de uma vez por todas o problema e cortando o mal pela raiz.

Cada vez mais pessoas entendem que se algo no seu físico não o agrada, por que não mudar? Segundo os especialistas, as condições de segurança, preço e naturalidade dos procedimentos realizados estão cada vez mais atraentes, abraçando públicos de diversas classes sociais e condições financeiras. Prova disso é que o Brasil está há mais de uma década no topo do ranking de cirurgias plásticas, atrás apenas dos Estados Unidos.

E nem só de cirurgias invasivas vive uma autoestima alta. Às vezes, basta uma pequena mudança para que o ego vá para as alturas novamente, como um corte de cabelo ou uma mudança radical de cor. Os homens não ficam de fora, afinal, ser vaidoso hoje não é vergonha alguma. Já ouviu falar em implante capilar? Esta é uma novidade, capaz de reestabelecer a autoestima de homens que sofrem com a calvície. Segundo a Clínica Dr. Júlio César Yoshimura o procedimento é feito com fios naturais retirados no próprio paciente, garantindo a naturalidade e segurança do procedimento.

O mais importante é ter o foco no problema, para alcançar a solução. Se o problema de autoestima está relacionado com o âmbito profissional, invista em cursos, qualificações e até mesmo um coaching pode ser muito bem-vindo, ajudando a enxergar e melhorar os seus pontos fortes, e atenuar os pontos fracos.

Seja qual for o seu caso, ao notar que a autoestima anda baixa, procure ajuda. Você merece ser feliz e não depender da aprovação de terceiros para isso. Seja através de terapia, livros de autoajuda, cirurgia plástica ou implante capilar, faça isso por você.